TEATRO - 𝘼𝙉𝙊́𝙉𝙄𝙈𝙊 𝙉𝘼̃𝙊 𝙀́ 𝙉𝙊𝙈𝙀 𝘿𝙀 𝙈𝙐𝙇𝙃𝙀𝙍
Conteúdo atualizado em10 de janeiro de 2024às 17:12
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Regimes opressores forçaram o internamento de mulheres em hospícios. Dadas como loucas por desafiarem as normas, eram presas, torturadas, esquecidas. Milhares morreram. Partindo dessas vidas reais, Anónimo não é nome de mulher resgata histórias silenciadas e confronta-nos com resquícios de um tempo não muito longínquo. No hospício de Santa Teresa, duas mulheres internadas debatem-se com as suas dores, dúvidas e sonhos em cacos. Uma trabalhadora testemunha o impensável e questiona o seu papel. Uma mãe espera. Uma médica reduz pacientes a números. Uma autarca zela pela “máquina” oleada do regime. Naquele lugar desumanizado, surge, no entanto, esperança: poderá a bondade vencer a opressão? Enquanto estas vidas se enovelam, outra mulher narra a sua história. Amor e violência, loucura e verdade, fama e solidão, violência e feminismo. A História aqui tão perto, perigosamente perto. Por dentro de nós.
FICHA ARTÍSTICA:
Texto – Mariana Correia Pinto
Encenação – António Durães
Assistência de encenação – Joaquim Gama
Interpretação – Luisa Pinto e Maria Quintelas
Composição e interpretação musical – Cristina Bacelar
Espaço cénico – António Durães
Figurinos – Composição coletiva
Luz – Francisco Alves
Fotografia de Cena – Paulo Pimenta
Coprodução - NARRATIVENSAIO-AC, CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO e SP- ESCOLA DE TEATRO
20 janeiro | 21h30 no auditório do Centro Cultural de Carregal do Sal
Bilhetes à venda: Centro Cultural, Câmara Municipal e https://ticketline.sapo.pt/salas/sala/2612
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