Em abril… lembrámos a Prevenção dos Maus-Tratos na Infância
Conteúdo atualizado em5 de março de 2025às 16:26
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Durante o mês de abril, a CPCJ de Carregal do Sal desdobrou-se para despertar consciências, sensibilizar, prevenir…
No mês dedicado à Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, sucederam-se as ações que, dos mais pequenos aos mais graúdos, alertaram para uma problemática que a todos diz respeito.
As ações desenvolvidas, assumiram as mais diversas formas:
- Elaboração de artigo de sensibilização pela representante da Saúde na CPCJ de Carregal do Sal e a sua respetiva publicação nos órgãos de comunicação social local;
- Na Câmara Municipal e nos estabelecimentos escolares do Agrupamento de Escolas foram colocadas tarjas alusiva à efeméride;
- O edifício dos Paços do Concelho esteve iluminado de azul;
- No Largo junto ao Julgado de Paz, foi colocado um laço azul;
- Em Cabanas de Viriato, durante o OTL de Páscoa, as crianças, elementos da CPCJ e da GNR juntaram-se na campanha de sensibilização “auto-stop”, tendo os mais pequenos entregue a história do laço azul aos transeuntes e condutores;
- No Clube de Futebol de Carregal do Sal, foi entregue um laço azul a todas as equipas visitantes no fim de semana de 15 e 16 de abril e, nas entradas em campo, os jogadores dos diversos escalões desenharam um laço humano;
- No dia 28, junto ao Julgado de Paz, o CMAD associou-se à efeméride e três alunas do Concelho entoaram um tema musical enquanto era desenhado um laço humano participado por uma turma do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, por utentes e técnicas do Equipamento 2 de Oliveira do Conde da APCV, a que se juntaram alguns transeuntes, Comissárias da CPCJ, a Vice-presidente e o Vereador da Câmara Municipal, respetivamente Isabel Azevedo e José Batista;
- Nesse mesmo dia, em todos os estabelecimentos de ensino do território do Concelho, foram desenhados laços humanos.
Um agradecimento a cada um que se envolveu nesta campanha e alertaram para um problema que continua a existir na sociedade e que, tantas vezes, é camuflado no seio familiar.
Afinal, “Serei o que me deres… que seja Amor”.