Presidentes de Câmara da CIM Viseu Dão Lafões aprovam Moção para conclusão e duplicação da A35 (IC12)
Conteúdo atualizado em7 de janeiro de 2026às 16:22
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Os Presidentes das Câmaras Municipais que integram a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL) aprovaram, por unanimidade, uma moção a favor da conclusão e duplicação da A35 (IC12), durante a reunião do Conselho Intermunicipal realizada ontem, dia 6 de janeiro de 2026.
A moção sustenta que a A35 constitui um investimento estruturante e de elevada importância estratégica para toda a região, incluindo o concelho de Carregal do Sal. Este eixo rodoviário é considerado fundamental para a ligação entre o interior do país e os principais corredores nacionais, nomeadamente o IP3, a A25 e o eixo Aveiro–Viseu–Guarda, assumindo um papel determinante na articulação regional, na competitividade económica e na coesão territorial.
Os autarcas sublinham que os concelhos de Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo, Carregal do Sal, Santa Comba Dão, Sátão, Aguiar da Beira e Vila Nova de Paiva enfrentam desafios estruturais significativos, como a desertificação, o envelhecimento da população e a perda de competitividade económica. Neste contexto, consideram que a conclusão e duplicação da A35 representa uma medida concreta de política pública de coesão territorial, de extrema relevância para o desenvolvimento sustentável da região.
A moção foi subscrita pelos Presidentes das Câmaras Municipais da CIM Viseu Dão Lafões, em que se inclui Paulo Catalino Ferraz, Presidente da Câmara Municipal de Carregal do Sal, que tem vindo a defender de forma consistente a necessidade de concretização desta infraestrutura rodoviária estruturante para o concelho e para toda a região.
Através da moção agora aprovada, os autarcas apelam ao Governo para que:
“1 - Assuma formalmente a conclusão e duplicação integral da A35 como prioridade estratégica nacional;
2 - Defina um cronograma claro e vinculativo para a execução da obra;
3 - Promova um acompanhamento próximo com as autarquias locais, garantindo uma execução eficiente e ajustada às necessidades do território.”
Trata-se de uma reivindicação antiga por parte dos municípios da região que, a ser concretizada, representará um investimento decisivo no futuro do território, reforçando a segurança rodoviária, impulsionando a economia local e promovendo a coesão territorial de Portugal.